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CONTROLADORIA LEGISLATIVA MUNICIPAL

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA

GLORIA DO GOITA - PE

Estrutura Organizacional

Câmara Municipal de Glória do Goitá Câmara Municipal de Glória do Goitá

ATRIBUIÇÕES

A Câmara é o local mais importante de atuação dos vereadores, pois é onde exercem o papel de legisladores e de fiscalizadores da Administração Municipal. O poder de cada vereador, no entanto, é exercido nos limites da sua Câmara e de acordo com as leis que a criaram e que a organizam.
Principais funções de uma Câmara de Vereadores

São três as funções de uma Câmara de Vereadores:

— Função Legislativa
— Função Fiscalizadora
— Função Deliberativa

Essas funções são semelhantes em todas as Casas Legislativas do País.

1. Função Legislativa

A Câmara, no exercício da sua função legislativa, participa da elaboração de leis de interesse do município. As matérias legislativas que são da competência exclusiva dos municípios estão fixadas no art.30 da Constituição Federal. Exemplo de algumas dessas competências municipais, sobre as quais as Câmaras Municipais legislam:

— tributos municipais;
— concessão de isenções e benefícios fiscais;
— aplicação das rendas municipais;
— elaboração das diretrizes orçamentárias, dos orçamentos anuais e dos planos plurianuais dos municípios;
— ocupação do solo urbano;
— proteção do patrimônio municipal.

A função legislativa é a que mais se destaca dentre as três funções porque é por meio das leis que os cidadãos têm seus direitos assegurados. Além disso, as leis também asseguram a harmonia entre os poderes, orientam a vida das pessoas e são indispensáveis para a administração pública.

Um prefeito só pode fazer o que a lei determina, isto é, ele não pode fazer nada que a lei não autorize. Por isso, as normas municipais são tão importantes para a organização dos serviços dos municípios.
Normas Municipais

As normas municipais são o conjunto de regras jurídicas do município. Dentre os tipos de normas municipais, podemos destacar:

— Lei Orgânica do Município (LOM);
— Emenda à Lei Orgânica do Município;
— Lei Complementar;
— Lei Ordinária;
— Lei Delegada;
— Decreto Legislativo;
— Resolução.

As normas municipais baixadas pela Câmara dos Vereadores representam o resultado mais visível do trabalho legislativo, e o processo legislativo é o caminho que deve ser percorrido para elaboração dessas normas.

Legislações Municipais

Lei Orgânica – é a lei que regulamenta a organização municipal, respeitados os princípios estabelecidos pela Constituição Federal e a Constituição Estadual. Trata-se da principal lei baixada pela Câmara de Vereadores; ela representa para o município o que a Constituição Federal representa para o país e a Constituição Estadual para o estado. Essa lei organiza os municípios nos aspectos que são próprios de cada um. Por isso, não existe uma mesma Lei Orgânica para todos os municípios.

Emenda à Lei Orgânica – são as alterações efetuadas na Lei Orgânica com o objetivo de adaptá-la às transformações que acontecem na organização municipal. Sempre que a Lei Orgânica precisar ser alterada é através da elaboração de uma Emenda.

Lei Complementar – são leis que têm por objetivo detalhar matérias já previstas na Lei Orgânica. Precisa para sua aprovação da maioria absoluta de votos, ou seja, é igual ao número inteiro imediatamente superior à metade do número total de membros da Casa Legislativa.

Lei Ordinária – é toda lei que, embora não prevista expressamente na Lei Orgânica ou na Constituição Federal, pode tratar de matéria de interesse do município, sem, no entanto, contrariar a Lei Orgânica, nem a Constituição. Precisa do quórum de maioria simples para aprovação, ou seja, é igual ao número inteiro imediatamente superior à metade da maioria absoluta (maioria da maioria absoluta) de vereadores presentes, desde que esteja presente a maioria absoluta.

Lei Delegada – é lei baixada pelo prefeito. Para que isso aconteça, é necessário que a Câmara conceda autorização ao prefeito, por meio de uma Resolução; isto quando a lei for de interesse do município.

Decreto Legislativo – é a norma editada pela Câmara sobre matérias de sua exclusiva competência, cujos efeitos são externos. A iniciativa, em certos casos, pode ser do prefeito, embora não seja necessária a sanção deste para promulgar um Decreto Legislativo.

Exemplos:

— fixação da remuneração do prefeito e do vice-prefeito;
— aprovação ou rejeição das contas do município;
— concessão de licença ao prefeito.

Resolução – são atos normativos da Câmara Municipal em matérias da sua exclusiva competência e de efeito interno. Também não é necessária a sanção do prefeito.

Exemplos:

— perda de mandato de vereador;
— destituição da Mesa Diretora ou de qualquer de seus membros;
— criação ou alteração do Regimento Interno;
— julgamento de recursos.
2. Função Deliberativa

A função deliberativa é decorrente de atividades que a Câmara desempenha, sem a necessidade da participação do prefeito. Os atos administrativos internos de cada Casa são exemplos dessa função. Dentre esses atos podemos citar:

— criação de quadro de pessoal;
— fixação dos vencimentos de seus servidores;
— elaboração do Regimento Interno;
— eleição e destituição da Mesa Diretora em conformidade com o Regimento Interno;
— posse ao prefeito e ao vice-prefeito.
3. Função Fiscalizadora

A função fiscalizadora serve para controlar o exercício da administração do município, isto é, controlar as ações do prefeito. Por isso, é uma função de grande importância.

O orçamento municipal é o instrumento que orienta as ações do prefeito na administração das rendas públicas, ou seja, do dinheiro público: previsão de gastos e aplicação dos recursos. Sendo assim, a Câmara Municipal tem duas atribuições: a primeira é a obrigação que tem de acompanhar a execução do orçamento – verificar se o prefeito está aplicando os recursos para a melhoria do Município. A segunda é fazer o julgamento das contas apresentadas pelo prefeito anualmente. O cidadão também pode e deve acompanhar a execução orçamentária no que for do seu interesse. Isso demonstra a transparência de uma administração.

Para auxiliar as Câmaras no seu papel de controle externo, existem os Tribunais de Contas dos Estados e os Tribunais ou Conselhos de Contas dos Municípios.

COMPETÊNCIAS

Mesa Diretora




A mesa diretora da Câmara Municipal de Glória do Goitá é composta por quatro vereadores. Além do Presidente Wellington Bispo de Andrade, ainda o Vice-presidente Valdeir Félix de Andrade , a 1º Secretária Lubia Souza de Lacerda e o 2º Secretário Arthur José Barros de Souza Oliveira.


O destaque desta mesa diretora é o trabalho que vem sendo prestado à população local. Todo vereador tem o papel de fiscalizar e atuar com base na lei orgânica municipal.


Competências


A mesa diretora de uma Câmara Municipal é responsável por várias funções e competências administrativas e legislativas dentro do poder legislativo municipal. Suas responsabilidades incluem:



  1. Organização das Sessões: A mesa diretora é responsável por agendar e organizar as sessões legislativas da Câmara Municipal, incluindo a definição da pauta de votação e a convocação dos vereadores.

  2. Presidência das Sessões: O presidente da mesa diretora preside as sessões plenárias da Câmara, mantendo a ordem, garantindo o cumprimento do Regimento Interno e dando a palavra aos vereadores durante os debates.

  3. Administração Interna: A mesa diretora cuida dos assuntos administrativos da Câmara Municipal, incluindo a gestão de pessoal, orçamento, contratações e a manutenção do prédio legislativo.

  4. Intermediação com o Executivo: Em muitos casos, a mesa diretora atua como intermediária entre o Legislativo e o Executivo, transmitindo requerimentos, indicações e demandas dos vereadores ao prefeito ou prefeita, e vice-versa.

  5. Comissões Parlamentares: A mesa diretora é responsável pela nomeação dos membros e presidentes das comissões parlamentares, que desempenham um papel importante na análise de projetos de lei e na investigação de assuntos de interesse público.

  6. Regimento Interno: Ela também é responsável por elaborar ou revisar o Regimento Interno da Câmara Municipal, que estabelece as regras e procedimentos para o funcionamento da casa legislativa.

  7. Representação Institucional: A mesa diretora representa a Câmara Municipal em eventos e cerimônias públicas, bem como em suas relações com outros órgãos do governo e a sociedade civil.

  8. Votação de Projetos de Lei: A mesa diretora muitas vezes tem o poder de pautar projetos de lei para votação em plenário e também de conduzir a votação de matérias, garantindo que o processo legislativo ocorra de acordo com as normas estabelecidas.


 

ORGANOGRAMA

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